29.8.09

Alguma interessada?

olá... sou mãe de um menino de 7 anos e vivo em Portugal há 6 anos. sempre estive a ponderar se não seria possivel encontrar outras pessoas a viver tbm na mesma situação e se não seria bom juntar as forças... espero ter encontrado aqui a resposta, e em tempo... estou com serias dificuldades pra manter a minha renda em dia, visto q as pessoas com quem divido a renda vão embora de Portugal. É uma casa grande e solarenga, ótima p crianças, com assoalhadas grandes e arejadas. Preciso muito de conseguir pessoas interessadas p dividir comigo a renda e as despesas. claro, de preferencia mulheres com filhos, e não fumadoras. Sou brasileira, trabalho como ama em casa, sou formada em educação artistica e trabalhei por 10 anos no Brasil como professora. Tenho 37 anos.

3.8.09

Procuram-se colaborações para o blog

Alguém interessado? Respondam para o email, obrigada!

6.5.09

Ajudem a Elisabete a encontrar uma casa

"Chamo me Elisabete e resolvi recorrer à ajuda da familia monoparental pelo seguinte: Tenho uma bebé com 6 meses, a Matilde, na altura em que engravidei o pai dela decidiu sair de casa, rejeitou a minha gravidez e abandonou me. Em pouco tempo tinha, grávida uma acção de despejo da casa onde viviamos ambos, uma vez que o contrato de arrendamento estava em nome dele. Na altura consegui através de uma amiga arrendar uma casita pequenina para mim e para a minha filha, por um ano, que termina agora em 30 de Maio - a dona da casa só poderia mesmo arrendar um ano porque agora precisa da casa para si mesma. Estou numa situação deveras desesperante, trabalho mas o meu chefe não faz descontos para a segurança social, logo não tenho IRS, tenho que arranjar um canto para mim e para a minha filha num espaço de um mês e ninguém me faz um contrato de arrendamento - por não ter IRS - Por ser uma mulher sozinha com uma criança pequena. é revoltante! Pago e sempre paguei as minhas contas, mas o preconceito fala sempre mais alto e esta sociedade vive de aparências. Gostaria de saber se me poderiam encaminhar, ajudar ... o que puderem, o meu tempo esgota-se e tenho obrigaçao moral de dar conforto à minha filha, sou responsável por ela estar neste mundo e ela é tudo para mim, só nos temos uma à outra!" A Elisabete mora na Damaia, Amadora, e tem 25 dias para encontrar uma casa. Quem puder ajudar, responda para o email do blog sff. Obrigada!

20.4.09

Fundo de Garantia de Alimentos a Menores

Quando o pai ou a mãe não conseguem pagar a pensão de alimentos.

10.4.09

E a MONO parou...

ou seja, eu parei por várias razões. Há o blog, o grupo do yahoo e o fórum. Mas gostava sinceramente de continuar passando a "pasta" a alguém e eu ficava na rectaguarda. Como vocês sabem, metemo-nos em tantas lutas que, por vezes, não chegamos para tudo. Aqui fica a proposta.

25.11.08

Divorciados vão pagar mais impostos!

Atenção, quem paga pensão de alimentos vai deixar de poder deduzir a totalidade no IRS. O Governo prepara-se para impôr uma dedução de apenas 20% com o argumento da disparidade entre casados e separados. Esquecem-se é que os separados têm uma vida para recomeçar com todas as despesas que isso implica. Esquecem-se que das 200 mil famílias monoparentais, poucas recebem pensões altas, a maioria anda a contar os tostões. É inacreditável que agora queiram prejudicar quem contribui para os filhos! Melhor ainda, a pressão da Associação de Famílias Numerosas ganha assim força com a justificação de que feitas as contas, mais valia os casais divorciarem-se! Ridículo!

16.11.08

Audiência na Assembleia da República 2

Apesar de não termos as mil assinaturas necessárias na petição, a Comissão de Ética, Sociedade e Cultura decidiu ouvir os problemas das famílias monoparentais. Com documentos, estatísticas e com a petição,naturalmente, as deputadas do Partido Socialista que integram a comissão decidiram ouvir-nos. Dos outros partidos ninguém compareceu. Importante também foi a presença da Presidente da Sub-comissão para a Igualdade de Oportunidades e Família, Mª do Rosário Carneiro. Ou seja, a MONO foi ouvida apesar de ainda não ser uma organização formada. Discutimos a vulnerabilidade das famílias monoparentais, a responsabilidade parental em caso de separação ou divórcio, a economia familiar e as suas dificuldades, a necessidade de acompanhar estas famílias. O alerta está dado, até porque haverá um relatório sobre esta audiência que será dado a conhecer aos outros elementos da Comissão de Ética, Sociedade e Cultura. Pessoalmente, penso que a MONO deve agora organizar-se, reunir pessoas e avançar. Esta semana ainda vou contactar as famílias monoparentais que me escreveram para o email. Peço-vos que saiam do anonimato e escrevam também. Havemos de arranjar tempo para nos encontrarmos.